quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Updates

Na busca de me adaptar as postagens diárias.
Sempre penso que não tenho muito assunto com as pessoas, só que fico na dúvida se é a falta de interesse ou se é defesa. O que contar?

Hoje entrei em férias. Gastei muito dinheiro. Como uma vez por dia e me sinto uma baleia. 
De qualquer forma, tirando a bagunça do meu quarto, estou feliz. Terminei de fazer as malas... minto, não terminei. Mas tá quase tudo pronto... é que tem coisas q eu ainda vou usar e não posso fechar a mala.
Meu destino? Vou fazer uma surpresa pro meu namorado, que não pode vir me ver. Sinto saudades e eu não posso esperar. Fico me questionando se ele ficará contente ao me ver, espero que sim. Caso contrário, não sei se o namoro irá continuar. 

No namoro a distância, você precisa se recarregar da energia que o outro transmite. Muito tempo longe, o sofrimento aumenta e a esperança de tangibilidade de namoro real diminui, proporcionalmente.
Sempre quis conversar com pessoa que estivesse na mesma situação que eu. Mas sabe, a minha distância é de 2mil km, não de 400km... eu não posso viajar sempre. Sou estagiária, quando consigo juntar dinheiro, eu viajo. Então nessa mesma realidade, não tenho como partilhar experiências :/

Amanhã tenho que resolver todos os esquemas da transferência de curso. Me dá preguiça, porém, ou eu resolvo, ou tomo no brioco.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

De volta

Nem sei pq de estar postando, acho que é um do refúgio do facebook e twitter. E talvez esteja precisando desabafar mais. E realmente, nas redes sociais, se tu reclama demais é visto como rabugento e nem sempre é compreendido. 

Ainda não li minhas postagens antigas, nem lembro delas, não lembrava nem da minha senha. Porém, felizmente consegui acessar o blog.

Tanto tempo se passou. Meu estado é definido como estranho. To namorando a distância fazem 10 meses, to me isolando do mundo. Nem é tanto pelo meu namorado, mas fico defensiva. Penso nos medos, nos meus sofrimentos e me isolo. Antes me sentia desconfortável com quem não conhecia, hoje estou me sentindo estranha com os meus próprios amigos. Perdi o brilho.

Acabei desistindo do meu curso, no sétimo semestre. Por parte, me senti fracassada de não terminar. Entretanto, existe coisa mais infeliz do que ficar num curso que odeio? Cheguei no meu limite, sabe. Espero que dê tudo certo com a transferência.

To sem prática pra escrever e contar as coisas. Espero que melhore com o passar do tempo.